A Nomad reuniu dados de comportamento de consumo de brasileiros em Nova York e elaborou um guia para quem pretende acompanhar a final da Copa do Mundo da FIFA 2026 no próximo domingo (19) na cidade, mesmo sem conseguir um lugar no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A proposta reúne sugestões de locais para assistir às partidas, hábitos de mobilidade, opções gastronômicas e uma estimativa dos custos para uma viagem de sete dias durante o torneio.
A expectativa é que mais de 70 mil brasileiros viagem à América do Norte durante a competição. Com a decisão marcada para a região metropolitana de Nova York e a alta procura por ingressos, acompanhar o clima do Mundial fora das arquibancadas passa a ser uma alternativa para grande parte dos torcedores.
Fan Fests, sports bars e parques entram no roteiro
Entre os principais pontos indicados para acompanhar os jogos estão as tradicionais FIFA Fan Festivals, que devem ocupar áreas de Manhattan e do Brooklyn com telões, programação cultural e atividades para o público.
Outra opção são os tradicionais sports bars de Midtown Manhattan e da região do Madison Square Garden, conhecidos por reunir torcedores durante grandes eventos esportivos. Para quem prefere um ambiente mais descontraído, mercados gastronômicos como o Chelsea Market e as unidades do Eataly, além do Central Park, aparecem como alternativas para acompanhar a movimentação da cidade durante o torneio.
Metrô domina a mobilidade dos brasileiros
O levantamento da Nomad também mostra que o metrô de Nova York deverá ser o principal meio de transporte dos brasileiros durante a viagem. Segundo os dados transacionais da fintech, o sistema da MTA lidera com folga o número de pagamentos realizados pelos clientes da empresa, indicando a preferência pelo uso do transporte público em detrimento de aplicativos de mobilidade e carros alugados.
O estudo aponta ainda que o pagamento por aproximação diretamente nas catracas, por meio do sistema OMNY, tornou-se um dos hábitos mais adotados pelos viajantes brasileiros.
Alimentação rápida e experiências ganham espaço
Os dados revelam um perfil de consumo voltado à praticidade. Redes de alimentação rápida, como a Pret A Manger, e estabelecimentos conhecidos como o The Halal Guys aparecem entre as escolhas mais frequentes dos brasileiros que buscam otimizar o tempo entre passeios e atrações.
No segmento de doces, confeitarias tradicionais como Magnolia Bakery e Levain Bakery figuram entre os locais mais visitados.
Já no entretenimento, os observatórios modernos ganharam espaço na preferência dos turistas. Summit One Vanderbilt e Edge registram maior volume de gastos entre clientes da fintech do que atrações clássicas, como o Empire State Building. No varejo, a loja Century 21 aparece entre os estabelecimentos com maior movimentação financeira dos brasileiros.
Quanto custa acompanhar a Copa em Nova York?
Com base em estimativas da empresa, uma viagem de sete dias para acompanhar o clima da Copa pode variar de acordo com o perfil do viajante.
No perfil econômico, o orçamento gira em torno de R$ 12,5 mil, considerando hospedagem em hotéis de categoria intermediária no Queens ou Brooklyn, uso predominante do metrô, alimentação simples e passeios gratuitos.
Para quem busca mais conforto, a estimativa sobe para cerca de R$ 25,9 mil, incluindo hotéis em regiões como Midtown ou Chelsea, restaurantes e atrações pagas, como espetáculos da Broadway e observatórios.
Já uma experiência de alto padrão pode ultrapassar R$ 62 mil, com hospedagem em hotéis cinco estrelas, gastronomia premiada, compras e passeios exclusivos.
“A energia de uma final de Copa do Mundo em Nova York será sentida em cada esquina, nos bares e nas praças. Nossos dados provam que o brasileiro já sabe como viver o ritmo acelerado da metrópole, usando o metrô e fazendo refeições inteligentes para aproveitar a cidade ao máximo”, avalia Bruno Guarnieri, CRO da Nomad. “Estar presente em um evento dessa magnitude exige planejamento. Ter uma conta global garante a liberdade de vivenciar essa experiência de forma autêntica e segura, pagando o câmbio comercial em vez de sofrer com as taxas surpresas na volta para casa.”. Conclui o executivo.






